No dia 2 de março, a Etecla – Escola Vicentina Técnica de Enfermagem Catarina Labouré - inicia as matrículas para a Habilitação para Técnico em Enfermagem do Trabalho. As matrículas podem ser feitas até 16 de março, das 8h às 12h e das 13h30 às 16h30.
As aulas iniciarão no dia 16 de março e acontecem de segunda a quinta-feira, das 19h15 às 22h30. Mais informações pelo telefone (41) 3219-3650.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Trata-se de mais uma ação para estimular a população a realizar exame para saber se houve ou não exposição ao vírus da Aids
Durante a realização do Fórum Social Mundial, em Belém (PA), os participantes poderão realizar o teste rápido anti-HIV. O exame estará disponível aos interessados nos três primeiros dias do encontro – 26, 27 e 28 de janeiro – no estande do Fique Sabendo, no campus II da Universidade do Estado do Pará (UEPA). A realização do trabalho é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde do Pará e o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de DST/Aids.
Aumentar a testagem do HIV é um dos focos de trabalho do Ministério da Saúde em 2009, conforme compromisso assumido pelo ministro José Gomes Temporão no Dia Mundial de Luta contra a Aids, em 1º de dezembro. Este ano, serão enviados 3,3 milhões de kits para testes a todos os estados, o dobro do disponibilizado em 2008.
“Essa expansão é um aspecto importante da resposta brasileira à epidemia. Conseguimos avançar muito nos últimos anos, mas precisamos incentivar ainda mais as pessoas a conhecerem sua condição sorológica”, afirma o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
SÃO PAULO – Na edição de inverno do São Paulo Fashion Week 2009, o Ministério da Saúde também disponibilizou o teste rápido para o público e os profissionais que acompanharam o evento de moda. Entre os dias 19 e 23 de janeiro, foram realizados 772 testes. A mobilização foi aberta pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e a jornalista de moda, Gloria Kalil, com o objetivo de sensibilizar a população para a importância do exame. Para o idealizador do SPFW, Paulo Borges, a parceria com o Ministério da Saúde no evento foi “absolutamente importante e educativa”. Estima-se que cerca de 250 mil pessoas no Brasil são portadoras do HIV, mas nunca fizeram o teste e desconhecem sua condição sorológica.
Durante cinco dias, personalidades do mundo da moda, artistas, convidados e até mesmo quem trabalhava no local lotaram o espaço do Fique Sabendo no SPFW em busca do exame. O perfil do público que procurou o exame foi equilibrado. Homens e mulheres, jovens e pessoas acima dos 50 anos, com relacionamento estável ou não, fizeram o exame. Apenas 12 pessoas deixaram de buscar o laudo com o resultado, que foi encaminhado para retirada posterior no CRT paulista. A mobilização foi realizada em parceria com equipes de atendimento das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde de São Paulo.
AGILIDADE – Os testes rápidos são realizados a partir da coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. O sangue é colocado nas filipetas dos dois kits: o Bio-Manguinhos, desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e o Rapid Check, desenvolvido pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Para chegar ao resultado, o profissional que o realiza observa um fluxo padrão determinado cientificamente. Se os dois kits tiverem os mesmos resultados, o diagnóstico já é fechado. Em caso de discordância, é feito outro teste com um terceiro kit para confirmação. Assim, o resultado oferece a mesma confiabilidade dos exames convencionais e não há necessidade de repetição em laboratório.
Durante a realização do Fórum Social Mundial, em Belém (PA), os participantes poderão realizar o teste rápido anti-HIV. O exame estará disponível aos interessados nos três primeiros dias do encontro – 26, 27 e 28 de janeiro – no estande do Fique Sabendo, no campus II da Universidade do Estado do Pará (UEPA). A realização do trabalho é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde do Pará e o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de DST/Aids.
Aumentar a testagem do HIV é um dos focos de trabalho do Ministério da Saúde em 2009, conforme compromisso assumido pelo ministro José Gomes Temporão no Dia Mundial de Luta contra a Aids, em 1º de dezembro. Este ano, serão enviados 3,3 milhões de kits para testes a todos os estados, o dobro do disponibilizado em 2008.
“Essa expansão é um aspecto importante da resposta brasileira à epidemia. Conseguimos avançar muito nos últimos anos, mas precisamos incentivar ainda mais as pessoas a conhecerem sua condição sorológica”, afirma o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
SÃO PAULO – Na edição de inverno do São Paulo Fashion Week 2009, o Ministério da Saúde também disponibilizou o teste rápido para o público e os profissionais que acompanharam o evento de moda. Entre os dias 19 e 23 de janeiro, foram realizados 772 testes. A mobilização foi aberta pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e a jornalista de moda, Gloria Kalil, com o objetivo de sensibilizar a população para a importância do exame. Para o idealizador do SPFW, Paulo Borges, a parceria com o Ministério da Saúde no evento foi “absolutamente importante e educativa”. Estima-se que cerca de 250 mil pessoas no Brasil são portadoras do HIV, mas nunca fizeram o teste e desconhecem sua condição sorológica.
Durante cinco dias, personalidades do mundo da moda, artistas, convidados e até mesmo quem trabalhava no local lotaram o espaço do Fique Sabendo no SPFW em busca do exame. O perfil do público que procurou o exame foi equilibrado. Homens e mulheres, jovens e pessoas acima dos 50 anos, com relacionamento estável ou não, fizeram o exame. Apenas 12 pessoas deixaram de buscar o laudo com o resultado, que foi encaminhado para retirada posterior no CRT paulista. A mobilização foi realizada em parceria com equipes de atendimento das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde de São Paulo.
AGILIDADE – Os testes rápidos são realizados a partir da coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. O sangue é colocado nas filipetas dos dois kits: o Bio-Manguinhos, desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e o Rapid Check, desenvolvido pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Para chegar ao resultado, o profissional que o realiza observa um fluxo padrão determinado cientificamente. Se os dois kits tiverem os mesmos resultados, o diagnóstico já é fechado. Em caso de discordância, é feito outro teste com um terceiro kit para confirmação. Assim, o resultado oferece a mesma confiabilidade dos exames convencionais e não há necessidade de repetição em laboratório.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
É o resultado dos esforços para combater a doença, que continuam com o lançamento de cartilha para facilitar o trabalho de agentes na detecção precoce de contaminados
O número de casos novos de hanseníase no Brasil caiu 23% entre 2003 e 2007. A melhoria da atenção à saúde, principalmente na rede básica, é apontada como um dos motivos para a queda na detecção de novos registros da doença. Em 2003, o total de notificações foi de 51.941. Já em 2007, o valor foi de 40.126 pessoas diagnosticadas. O recuo foi ainda mais significativo na população com menos de 15 anos, com índice de queda de 27% (4.181, em 2003, contra 3.048, em 2007).
A coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), Maria Aparecida de Faria Grossi, explica que o foco na detecção precoce da doença contribui para a melhora dos indicadores. “Como a doença tem um longo período de incubação, a ocorrência de casos em crianças e adolescentes está relacionada à transmissão recente. Isso significa que esses jovens estão vivendo em focos ainda ativos, com adultos infectados, e com circulação do bacilo causador da doença. É fundamental identificar não apenas os doentes, mas também as pessoas que convivem com eles”.
A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas e avermelhadas no corpo. Ela tem cura, mas, se não detectada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades. Os sintomas demoram de dois a cinco anos para aparecerem. O tratamento da hanseníase está disponível gratuitamente na rede que integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Também entre 2003 e 2007, o número de pacientes em tratamento passou de 79.908 para 41.549 (redução de 48%). A intensificação do tratamento de poliquimioterapia e a melhoria na assistência ao paciente refletem no aumento dos índices de cura. De acordo com a coordenadora, para prevenir e controlar a hanseníase, é necessário implementar ações educativas, em parceria com estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde tem coordenado esforços junto aos gestores locais para que as medidas sejam implementadas.
ÁREAS PRIORITÁRIAS – Um estudo do Ministério da Saúde aponta que os novos casos da doença estão concentrados em dez grandes áreas do País (mapa abaixo). São 1.173 municípios brasileiros, principalmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, que registraram 53,5% dos casos novos detectados entre 2005 e 2007. Em termos populacionais, os municípios avaliados concentram 17,5% dos residentes no País.
tabela domapa do brasil mostrando a queda de 23% no Brasil
A avaliação é uma ferramenta para orientar as ações de controle da doença nas áreas identificadas. “O uso da informação deve ser estratégico e as prefeituras devem investir em ações que contribuam para a detecção precoce e tratamento oportuno, com especial atenção às crianças e adolescentes”, afirma Maria Aparecida Grossi.
CARTILHA – Para potencializar as ações contra a hanseníase, o Ministério da Saúde lançará, nesta semana, durante o Fórum Mundial da Saúde, em Belém (PA), a cartilha “Como ajudar no controle da Hanseníase”, direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O lançamento foi programado para a Semana Mundial de Combate à Hanseníase, repetida todos os anos na última semana de janeiro.
A meta é encaminhar cerca de 200 mil exemplares às Secretarias Estaduais de Saúde, que ficam encarregadas de repassar aos municípios. O material traz informações sobre o que deve fazer o agente comunitário ao suspeitar de hanseníase, quais sinais e sintomas devem chamar a atenção e quais orientações ele deve passar ao paciente sobre o tratamento.
A publicação também valoriza a importância de desmistificar a doença e o preconceito em relação aos portadores. Destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento garantem uma vida com qualidade para as pessoas atingidas pela hanseníase, diminuindo e prevenindo seqüelas, permitindo viver de forma saudável. A publicação destaca também os direitos das pessoas com hanseníase e a importância do autocuidado.
Nesta semana, também voltará ao ar campanha publicitária que tem o objetivo de estimular a prevenção e eliminar o preconceito contra o portador da doença. Serão peças para rádio e TV, além de folders e cartazes que orientarão o cidadão sobre os sintomas e sinais que indicam o risco da doença.
MAIS INFORMAÇÕES - Há diversas informações sobre a hanseníase disponíveis na letra “H” do Glossário de Doenças do site www.saude.gov.br/svs. Este é o endereço do site da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), responsável no âmbito federal pelas ações de controle e prevenção de doenças. De acordo com o site, a hanseníase parece ser uma das mais antigas doenças que acomete o homem. As referências mais remotas datam de 600 antes de Cristo e vêm da Ásia, que, juntamente com a África, podem ser consideradas o berço da doença. A melhoria das condições de vida e o avanço do conhecimento científico modificaram significativamente esse quadro e, hoje, a hanseníase tem tratamento e cura.
O número de casos novos de hanseníase no Brasil caiu 23% entre 2003 e 2007. A melhoria da atenção à saúde, principalmente na rede básica, é apontada como um dos motivos para a queda na detecção de novos registros da doença. Em 2003, o total de notificações foi de 51.941. Já em 2007, o valor foi de 40.126 pessoas diagnosticadas. O recuo foi ainda mais significativo na população com menos de 15 anos, com índice de queda de 27% (4.181, em 2003, contra 3.048, em 2007).
A coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), Maria Aparecida de Faria Grossi, explica que o foco na detecção precoce da doença contribui para a melhora dos indicadores. “Como a doença tem um longo período de incubação, a ocorrência de casos em crianças e adolescentes está relacionada à transmissão recente. Isso significa que esses jovens estão vivendo em focos ainda ativos, com adultos infectados, e com circulação do bacilo causador da doença. É fundamental identificar não apenas os doentes, mas também as pessoas que convivem com eles”.
A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas e avermelhadas no corpo. Ela tem cura, mas, se não detectada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades. Os sintomas demoram de dois a cinco anos para aparecerem. O tratamento da hanseníase está disponível gratuitamente na rede que integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Também entre 2003 e 2007, o número de pacientes em tratamento passou de 79.908 para 41.549 (redução de 48%). A intensificação do tratamento de poliquimioterapia e a melhoria na assistência ao paciente refletem no aumento dos índices de cura. De acordo com a coordenadora, para prevenir e controlar a hanseníase, é necessário implementar ações educativas, em parceria com estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde tem coordenado esforços junto aos gestores locais para que as medidas sejam implementadas.
ÁREAS PRIORITÁRIAS – Um estudo do Ministério da Saúde aponta que os novos casos da doença estão concentrados em dez grandes áreas do País (mapa abaixo). São 1.173 municípios brasileiros, principalmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, que registraram 53,5% dos casos novos detectados entre 2005 e 2007. Em termos populacionais, os municípios avaliados concentram 17,5% dos residentes no País.
tabela domapa do brasil mostrando a queda de 23% no Brasil
A avaliação é uma ferramenta para orientar as ações de controle da doença nas áreas identificadas. “O uso da informação deve ser estratégico e as prefeituras devem investir em ações que contribuam para a detecção precoce e tratamento oportuno, com especial atenção às crianças e adolescentes”, afirma Maria Aparecida Grossi.
CARTILHA – Para potencializar as ações contra a hanseníase, o Ministério da Saúde lançará, nesta semana, durante o Fórum Mundial da Saúde, em Belém (PA), a cartilha “Como ajudar no controle da Hanseníase”, direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O lançamento foi programado para a Semana Mundial de Combate à Hanseníase, repetida todos os anos na última semana de janeiro.
A meta é encaminhar cerca de 200 mil exemplares às Secretarias Estaduais de Saúde, que ficam encarregadas de repassar aos municípios. O material traz informações sobre o que deve fazer o agente comunitário ao suspeitar de hanseníase, quais sinais e sintomas devem chamar a atenção e quais orientações ele deve passar ao paciente sobre o tratamento.
A publicação também valoriza a importância de desmistificar a doença e o preconceito em relação aos portadores. Destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento garantem uma vida com qualidade para as pessoas atingidas pela hanseníase, diminuindo e prevenindo seqüelas, permitindo viver de forma saudável. A publicação destaca também os direitos das pessoas com hanseníase e a importância do autocuidado.
Nesta semana, também voltará ao ar campanha publicitária que tem o objetivo de estimular a prevenção e eliminar o preconceito contra o portador da doença. Serão peças para rádio e TV, além de folders e cartazes que orientarão o cidadão sobre os sintomas e sinais que indicam o risco da doença.
MAIS INFORMAÇÕES - Há diversas informações sobre a hanseníase disponíveis na letra “H” do Glossário de Doenças do site www.saude.gov.br/svs. Este é o endereço do site da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), responsável no âmbito federal pelas ações de controle e prevenção de doenças. De acordo com o site, a hanseníase parece ser uma das mais antigas doenças que acomete o homem. As referências mais remotas datam de 600 antes de Cristo e vêm da Ásia, que, juntamente com a África, podem ser consideradas o berço da doença. A melhoria das condições de vida e o avanço do conhecimento científico modificaram significativamente esse quadro e, hoje, a hanseníase tem tratamento e cura.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Os profissionais de enfermagem do estado de Alagoas (enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem), vão às urnas no próximo dia 27 (terça-feira), para escolher a nova diretoria do Conselho Regional (COREN-AL). Duas chapas concorrem ao pleito, a Chapa 1 - União e Coragem, liderada pela enfermeira Louriene Oliveira, atual presidente da autarquia, e a Chapa 2 - Re-unir, liderada pela enfermeira Maria Lucia Leite.
A eleição deveria ter sido realizada no primeiro semestre de 2008, mas foi suspensa na véspera, por determinação do Ministério Público Federal, em ação movida pela Chapa 2, que questionou, entre outras coisas, a validade do voto por correspondência, previsto na resolução 209, do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) - responsável pela regulamentação das eleições nos regionais.
Por causa da interrupção no processo eleitoral, o mandato da atual plenário do Coren-AL foi prorrogado até o dia 9 de fevereiro, conforme Decisão COFEN 01-2009, publicada no Diário Oficial do Estado de Alagoas. O prazo é válido para a realização da eleição e seus ulteriores efeitos - homologação do resultado pelo COFEN e posse da diretoria eleita.
O processo eleitoral foi retomado após reunião das partes com o M.P.F em Alagoas, a pedido da presidente do COREN-AL, enfermeira Louriene Oliveira. Mas o Voto por Correspondência, apesar de ser considerado um mecanismo eficaz para garantir o voto dos profissionais que atuam nos locais mais distantes, e têm dificuldade de locomoção, foi suspenso, por recomendação do M.P.F, acatada pela Comissão Eleitoral, para evitar problemas que pudessem prejudicar, mais uma vez, a realização do pleito.
Para reduzir os efeitos da medida, foram definidos 18 locais de votação, na capital e no interior do Estado. Em Maceió, as urnas estarão funcionando, das 8 às 18 horas, na sede do COREN-AL (Rua Dr. José Bento Junior, nº 40, no Farol - por trás do Colégio Guido), na Santa Casa de Misericórdia, Maternidade Santa Mônica, PAM Salgadinho, Hospital Geral do Estado (HGE), Hospital do Açucar, Hospital Arthur Ramos e Hospital Universitário.
No interior, haverá urna funcionando no mesmo horário, nos municípios de Arapiraca: na subseção do COREN e na Unidade de Emergência do Agreste; Porto Calvo: no hospital do município; São Miguel dos Campos: Santa Casa; União dos Palmares: Secretaria Municipal de Saúde; Palmeira dos Indios: Hospital Regional Santa Rita; Coruripe: Hospital Carvalho Beltrão; Penedo: Santa Casa; Santana do Ipanema: Hospital Dr. Clodoaldo Rodrigues; e Delmiro Gouveia: Unidade Mista Dr. Antenor Serpa.
A Comissão Eleitoral informa que o voto é obrigatório para todos os profissionais com inscrição definitiva no COREN-AL. A ausência não justificada sujeita o profissional ao pagamento de multa equivalente a uma anuidade.
A apuração dos votos deve ocorrer no mesmo dia da votação (27 de janeiro), na sede do Coren, em Maceió.
A eleição deveria ter sido realizada no primeiro semestre de 2008, mas foi suspensa na véspera, por determinação do Ministério Público Federal, em ação movida pela Chapa 2, que questionou, entre outras coisas, a validade do voto por correspondência, previsto na resolução 209, do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) - responsável pela regulamentação das eleições nos regionais.
Por causa da interrupção no processo eleitoral, o mandato da atual plenário do Coren-AL foi prorrogado até o dia 9 de fevereiro, conforme Decisão COFEN 01-2009, publicada no Diário Oficial do Estado de Alagoas. O prazo é válido para a realização da eleição e seus ulteriores efeitos - homologação do resultado pelo COFEN e posse da diretoria eleita.
O processo eleitoral foi retomado após reunião das partes com o M.P.F em Alagoas, a pedido da presidente do COREN-AL, enfermeira Louriene Oliveira. Mas o Voto por Correspondência, apesar de ser considerado um mecanismo eficaz para garantir o voto dos profissionais que atuam nos locais mais distantes, e têm dificuldade de locomoção, foi suspenso, por recomendação do M.P.F, acatada pela Comissão Eleitoral, para evitar problemas que pudessem prejudicar, mais uma vez, a realização do pleito.
Para reduzir os efeitos da medida, foram definidos 18 locais de votação, na capital e no interior do Estado. Em Maceió, as urnas estarão funcionando, das 8 às 18 horas, na sede do COREN-AL (Rua Dr. José Bento Junior, nº 40, no Farol - por trás do Colégio Guido), na Santa Casa de Misericórdia, Maternidade Santa Mônica, PAM Salgadinho, Hospital Geral do Estado (HGE), Hospital do Açucar, Hospital Arthur Ramos e Hospital Universitário.
No interior, haverá urna funcionando no mesmo horário, nos municípios de Arapiraca: na subseção do COREN e na Unidade de Emergência do Agreste; Porto Calvo: no hospital do município; São Miguel dos Campos: Santa Casa; União dos Palmares: Secretaria Municipal de Saúde; Palmeira dos Indios: Hospital Regional Santa Rita; Coruripe: Hospital Carvalho Beltrão; Penedo: Santa Casa; Santana do Ipanema: Hospital Dr. Clodoaldo Rodrigues; e Delmiro Gouveia: Unidade Mista Dr. Antenor Serpa.
A Comissão Eleitoral informa que o voto é obrigatório para todos os profissionais com inscrição definitiva no COREN-AL. A ausência não justificada sujeita o profissional ao pagamento de multa equivalente a uma anuidade.
A apuração dos votos deve ocorrer no mesmo dia da votação (27 de janeiro), na sede do Coren, em Maceió.
País gera primeira linhagem de células-tronco que podem se transformar em qualquer tipo de célula e são semelhantes às células-tronco embrionárias
O Ministério da Saúde é um dos financiadores do estudo que levou à primeira linhagem de células-tronco pluripotentes induzidas. Elas são capazes de se transformar em qualquer tipo de célula. São semelhantes às células-tronco embrionárias, mas não necessitam de embriões para serem obtidas. O Brasil passa a ser o quinto país a produzir células-tronco pluripotentes a partir de células não-embrionárias. Os primeiros foram Japão, Estados Unidos, Alemanha e China.
A pesquisa coordenada pelo neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e pelo biomédico Martin Bonamino, do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foi divulgada no último sábado (24). “O financiamento do Ministério foi crucial. Com a primeira chamada para pesquisas na área de terapia celular, puderam ser adquiridos vários equipamentos de laboratório, reagentes, além de investimentos na montagem de equipe”, ressaltou o cientista.
Rehen é um dos pesquisadores da Rede Nacional de Terapia Celular (RNTC), coordenada pelo Ministério da Saúde. A rede promove a transferência de conhecimentos e tecnologias na área de terapias celulares para assistência à saúde. Além de fomentar pesquisas pré-clínicas e clínicas na área, a RNTC apóia o desenvolvimento de infra-estrutura para a derivação de linhagens brasileiras de células-tronco em condições de Boas Práticas de Fabricação (GMP).
INVESTIMENTOS – O grupo de pesquisa da UFRJ recebeu do Ministério da Saúde R$ 200 mil, em 2005, e deve receber mais R$ 3 milhões, em 2009, para continuar seus estudos. Ao todo, o Ministério da Saúde investirá R$ 30 milhões na RNTC neste ano. A rede visa a integrar os principais grupos de pesquisa em terapia celular em atividade no país, para a troca de experiências e colaboração científica e tecnológica.
A metodologia da pesquisa desenvolvida pela equipe está disponível no site http://www.anato.ufrj.br/ips e traz informações que normalmente não são compartilhadas por pesquisadores estrangeiros que já dominam a técnica. A intenção é estimular a utilização da técnica por outros laboratórios do país. As células tronco desenvolvidas – chamadas de i-Rio-1 e iPS293 – estarão disponíveis gratuitamente para a comunidade científica brasileira associada à RNTC.
Para chegar à descoberta Rehen utilizou células de rim humano. As células foram reprogramadas com o auxílio de vírus produzidos pela equipe do Inca. O domínio da reprogramação celular garante ao Brasil a possibilidade imediata de criação de modelos inéditos para o estudo de doenças como Parkinson, esquizofrenia, cardiopatias, além de doenças genéticas como Síndrome de Down e distrofia muscular
O Ministério da Saúde é um dos financiadores do estudo que levou à primeira linhagem de células-tronco pluripotentes induzidas. Elas são capazes de se transformar em qualquer tipo de célula. São semelhantes às células-tronco embrionárias, mas não necessitam de embriões para serem obtidas. O Brasil passa a ser o quinto país a produzir células-tronco pluripotentes a partir de células não-embrionárias. Os primeiros foram Japão, Estados Unidos, Alemanha e China.
A pesquisa coordenada pelo neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e pelo biomédico Martin Bonamino, do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foi divulgada no último sábado (24). “O financiamento do Ministério foi crucial. Com a primeira chamada para pesquisas na área de terapia celular, puderam ser adquiridos vários equipamentos de laboratório, reagentes, além de investimentos na montagem de equipe”, ressaltou o cientista.
Rehen é um dos pesquisadores da Rede Nacional de Terapia Celular (RNTC), coordenada pelo Ministério da Saúde. A rede promove a transferência de conhecimentos e tecnologias na área de terapias celulares para assistência à saúde. Além de fomentar pesquisas pré-clínicas e clínicas na área, a RNTC apóia o desenvolvimento de infra-estrutura para a derivação de linhagens brasileiras de células-tronco em condições de Boas Práticas de Fabricação (GMP).
INVESTIMENTOS – O grupo de pesquisa da UFRJ recebeu do Ministério da Saúde R$ 200 mil, em 2005, e deve receber mais R$ 3 milhões, em 2009, para continuar seus estudos. Ao todo, o Ministério da Saúde investirá R$ 30 milhões na RNTC neste ano. A rede visa a integrar os principais grupos de pesquisa em terapia celular em atividade no país, para a troca de experiências e colaboração científica e tecnológica.
A metodologia da pesquisa desenvolvida pela equipe está disponível no site http://www.anato.ufrj.br/ips e traz informações que normalmente não são compartilhadas por pesquisadores estrangeiros que já dominam a técnica. A intenção é estimular a utilização da técnica por outros laboratórios do país. As células tronco desenvolvidas – chamadas de i-Rio-1 e iPS293 – estarão disponíveis gratuitamente para a comunidade científica brasileira associada à RNTC.
Para chegar à descoberta Rehen utilizou células de rim humano. As células foram reprogramadas com o auxílio de vírus produzidos pela equipe do Inca. O domínio da reprogramação celular garante ao Brasil a possibilidade imediata de criação de modelos inéditos para o estudo de doenças como Parkinson, esquizofrenia, cardiopatias, além de doenças genéticas como Síndrome de Down e distrofia muscular
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Com o trabalho de conclusão de curso, intitulado ‘Infecção crônica por toxoplasma gondii (Cepa Genótipo I) induz a hipertrofia de neurônios do plexo mientérico do cólon descendente de ratos’, a egressa Janaina Soares, do curso de Enfermagem da Universidade Paranaense – UNIPAR, Campus Umuarama, acaba de conquistar uma vaga no disputado mestrado da USP, na área de Enfermagem Psiquiátrica.
Orientada pelo professor Eduardo José de Almeida Araújo, Janaina iniciou a pesquisa há três anos, época em que era aluna do PIC (Programa de Iniciação Científica) e PEBIC (Programa Externo de Bolsas de Iniciação Científica). O objetivo foi avaliar os efeitos da infecção crônica induzida por taquizoítos de uma cepa genótipo I de Toxoplasma gondii sobre os neurônios mientéricos do cólon descendente de ratos adultos.
“O trabalho se dá com a infecção por 30 dias pelo protozoário toxoplasma gondii, em que verificamos o plexo mientérico, uma rede de neurônios localizada no intestino. Este plexo exerce sua função na atividade muscular deste órgão, cujas alterações morfológicas dos neurônios mientéricos analisamos”, explica a egressa, lembrando que o estudo foi feito no laboratório de neurogastroenterologia da UNIPAR.
A recém-formada define os projetos de pesquisa da Universidade como porta de entrada para o curso de mestrado: “Sinto-me muito feliz e satisfeita, pois é algo que objetivo desde o início da graduação, quando me envolvi na pesquisa. Ela nos induz a aprender e nos aponta caminhos, facilitando a escolha por uma pós-graduação. Além disso, incentiva-nos a desenvolver resumos e artigos, oportunizando a publicação em vários eventos, o que nos leva a crescer e a nos interessar pela atividade científica”.
Orientada pelo professor Eduardo José de Almeida Araújo, Janaina iniciou a pesquisa há três anos, época em que era aluna do PIC (Programa de Iniciação Científica) e PEBIC (Programa Externo de Bolsas de Iniciação Científica). O objetivo foi avaliar os efeitos da infecção crônica induzida por taquizoítos de uma cepa genótipo I de Toxoplasma gondii sobre os neurônios mientéricos do cólon descendente de ratos adultos.
“O trabalho se dá com a infecção por 30 dias pelo protozoário toxoplasma gondii, em que verificamos o plexo mientérico, uma rede de neurônios localizada no intestino. Este plexo exerce sua função na atividade muscular deste órgão, cujas alterações morfológicas dos neurônios mientéricos analisamos”, explica a egressa, lembrando que o estudo foi feito no laboratório de neurogastroenterologia da UNIPAR.
A recém-formada define os projetos de pesquisa da Universidade como porta de entrada para o curso de mestrado: “Sinto-me muito feliz e satisfeita, pois é algo que objetivo desde o início da graduação, quando me envolvi na pesquisa. Ela nos induz a aprender e nos aponta caminhos, facilitando a escolha por uma pós-graduação. Além disso, incentiva-nos a desenvolver resumos e artigos, oportunizando a publicação em vários eventos, o que nos leva a crescer e a nos interessar pela atividade científica”.
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